segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

King Kong



Quem nunca pagou mico que atire a primeira pedra! Em uma conversar super descontraída em um grupo do Tumblr no Facebook reuni os micos mais épicos e que eu tenho certeza que vocês vão rir e se identificar com eles!

"Eu tava afim de um boy, e a gente tava numa troca de olhares bem legal.. olhar p lá, olhar p cá... sorrisos... daí eu resolvo levantar, quando eu levanto, eu tropeço no batente e meto o nariz na parede!" -Mayara.

"Entrei no carro de outra pessoa achando que era minha tia" - Fernando

"Tava no mercado, fui pegar uma coisa que eu queria e voltei correndo olhando as cestinhas, eu sabia que a do meu pai era azul, então eu coloquei na primeira azul que eu vi e quando eu olhei pra cima era um cara gato pra c***, ele riu e me entrego o negocio de volta, quase morri de vergonha." -Dani

"Sair do banheiro pelado e dar de cara com minhas amigas da escola sentadas no sofá." -Judson

Tava na parada esperando o ônibus, e de repente um gato da tchau,e eu dou tchau de volta, ai a garota atras de mim grita pra ele "Tudo bem amigo? - Jéssica.

"Tava fazendo o numero 2 no banheiro de boa e tinha visita na sala mas eu não sabia , dai minha mãe grita " Kaaaaline " ai eu " PERAA TO CAGAAAANDO ", quando eu saiu do banheiro e todo mundo me olha!" - Kaline.


E agora o meu mico!

"Fui em um barzinho e eu não sabia onde era o banheiro. Fui a procura. Entrei no primeiro que eu vi. Fui lá, fiz o que tinha que fazer e notei que o banheiro estava MUUUUITO limpo para ser masculino. Pois é, estava mesmo. FUI NO BANHEIRO FEMININO! ainda bem que não tinha ninguém." - Igor Feuser

E vocês, qual o maior mico que já passaram?


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

[Filme] Resenha - A Menina que roubava livros.





Tudo começa em um trem, durante a Segunda Guerra Mundial. Liesel desde cedo aprendeu a conviver com a dor; Seu irmão morreu e sua mãe partiu deixando-a aos cuidados de um família alemã, que, durante os tempos de guerra era a melhor escolha. 
 A garota encontra nos seus novos pais apoio, amor e segurança. Hans, sempre satisfazendo seus desejos e Rosa escondendo o seu amor por Liesel atrás de uma carranca. 
 Ao ir para escola ela encontra problemas, já que não sabe ler e muito menos escrever. Hans, muito paciente ensina a filha a ler e faz com que ela encontre nas palavras sentido para a vida. 
 Durante uma noite ouve-se um estrondo na porta, era Max. Hans prometeu ao pai de Max que faria tudo para proteger sua família, que corria risco visto que eram Judeus. Max se abrigado clandestinamente na casa e logo ocupa um lugar no coração da pequena Liesel. 
 Mas nada dura para sempre e Max não poderia se esconder pelo resto de sua vida, deixando em risco a vida da familia de Hans, portante decide partir. 
 Liesel busca refúgio nos livros que rouba da casa de um rico nazista da cidade. Quer saber mais? Leia a resenha abaixo e veja o filme!

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No inicio fiquei completamente confuso, afinal eu não li o livro e pelos comentários e críticas esperava por um filme digno de um Oscar. Não que o filme tenha sido ruim, jamais! Porém deixou a desejar -preciso aprender a não criar tanta expectativa.

O filme é realmente apaixonante, a forma com que Liesel supera a todas as perdas. A narração da morte. A forma com que a história se desenrola é realmente surpreendente. 

Sempre fui fascinado por filmes com o cenário da segunda guerra porém este não me chamou tanto a atenção, talvez por a guerra não ter sido retratada efetivamente.

Uma das minhas partes preferidas e com qual eu me identifiquei foi quando Liesel entrou na biblioteca do nazista para qual sua mãe prestava serviço de lavanderia. Eu compreendi o que ela sentia; É o mesmo sentimento de estar entrando em uma livraria, como se todos os livros te atraíssem. 

Confesso que fiquei aos prantos em algumas partes, principalmente quando Hans foi chamado para a guerra e estava embarcando no trem. Liesel olha para ele e diz "Papi, come back". Isso me cortou o coração.

Por mais triste que o final tenha sido eu achei ele digníssimo, não mudaria NADA! 


 Então, já viram o filme ou o livro? Deixem a sua opinião nos comentários

Para quem não viu e quer ver clique aqui. Vá em filmes > Lançamentos > A menina que roubava livros. Bom Filme :)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Metade da Laranja.





Para aqueles que ainda estão em uma procura desesperada por sua alma gêmea pare. Isso mesmo, pare
Tudo tem sua hora, deixe estar. Toda panela tem sua tampa, só é frigideira quem quer. Quem lhe garante que você está procurando no lugar certo? Você pode estar na fila do cinema e ele do teatro. Você indo para a balada e ele para a casa de um amigo. Você ouvindo POP e ele ROCK. 
Deixe este desespero de lado! De que adianta correr uma maratona se a pessoa que você procura está do outro lado da rua? 
Curta a vida pois a qualquer instante ele pode sentar do seu lado no ônibus, vocês trocam olhares, e as metades da laranja se unem. 
 Mas que uma coisa fique bem clara: A vida não é como um conto de fadas em que todos vivem felizes para sempre. Aprenda a conviver com as diferenças e os defeitos e faça disso apenas um detalhe diante da perfeição do amor. 

domingo, 12 de janeiro de 2014

[Resenha] Dupla Falta + Era uma vez um Corredor


Pouquíssimas pessoas tem interesse em ler um livro quando a história desenvolve-se num mundo de esportes, confesso que eu também, porém quando vi que os livros estavam em promoções no Submarino e na Livraria Saraiva, decidi por fim à minha curiosidade com relação ao tema “esporte” e dei uma chance às leituras. O que eu não imaginava era que superariam minhas expectativas, a forma com que os autores escrevem, com que a história se desenvolve. Mas adianto a vocês, existem momentos onde a leitura é cansativa, principalmente na primeira metade dos livros, mas o desfecho de ambos são incríveis, com mensagens subliminares e personagens fantásticos. Indico a leitores que praticam qualquer modalidade de qualquer esporte e também para um público masculino.




Título: Dupla Falta
Autor: Lionel Shriver. 
Tradução: Débora Landsberg 
Editora: Intrínseca  
Páginas: 368 

No jogo de tênis, uma dupla falta ocorre quando um jogador comete dois erros consecutivos, dando assim um ponto ao oponente, e dentro desta trama criada pela Lionel Shriver, a protagonista é a rivalidade. Eric Oberdorf e Willy Novinsky são tenistas profissionais que sonham em estar entre os 100 melhores do mundo. Willy, com pouco mais de vinte anos, apaixonada pelo tênis desde os cinco, tem o esporte como sua razão de viver, determinada, ela entrega-se completamente ao jogo, até conhecer Eric. Um ano mais novo que Willy, Eric é um matemático prodígio e recém-formado, que analogamente nutre da mesma paixão pelo esporte, porém não obsessivamente e sim pelo “prazer” em jogar, como o próprio personagem afirma. O que ambos não esperavam era apaixonar-se um pelo outro. Desde então desenrola-se um relacionamento árduo, onde a ambição por parte de Willy tende a deteriorar todo o sentimento positivo que existe entre eles. “Ame a mim, ame meu jogo”, são as palavras de Willy. A rivalidade passa a ser constante, não somente em quadras, mas também na vida social do casal, daí iniciando um desbaratamento na vida da competitiva Willy, repleta de infortúnios no amor e no jogo, enquanto o prodígio Eric, segue como uma grade revelação no esporte. O que mais comove nesta história é o quão egoísta Willy se torna consigo mesma, ela consegue fazer uma autoanálise, enxergar seus erros e mesmo assim continuar imutável. 





Título: Era uma vez um Corredor
 • Autor: John L. Parker Jr. 
Tradução: Claudio Figueiredo 
Editora: Intrínseca
Páginas: 248 

Quenton Cassidy, atleta da Southeastern University, treina e se dedica fortemente para corridas de média distância, seu sonho é percorrer uma milha em menos de quatro minutos. Quando está prestes a atingir seu objetivo, desavenças começam a acontecer entre os competidores e supervisores do departamento de atletismo da universidade devido a um protesto organizado pelos seus colegas, ocasionando a suspensão dele da equipe de atletismo, mudando repentinamente o rumo da vida de Cassidy. Após ser expulso da equipe, Cassidy decide se isolar em uma cabana no meio do nada, e toma a decisão, de a partir de então, dedicar sua vida exclusivamente aos treinos. Sua vida passa a ser resumida em suor, dores, comida, leitura e solidão. Mas Cassidy não está totalmente sozinho como pensa, pois Bruce Denton, ganhador de uma medalha de ouro olímpica, prontifica-se a treinar Cassidy, daí desenvolvendo uma grande amizade entre eles. E finalmente a história chega ao seu ápice, pois chega o momento da competição de sua vida: uma disputa de igual para igual com um dos maiores nomes da história das corridas de uma milha. 


Por: Donizete Correa 
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